Vanessa Gaudiano — Nutricionista (CRN-8 16541) e Fitoterapeuta Clínica, Especialista em Saúde da Mulher e Nutrição Funcional.
Você termina de comer e parece que a barriga aumentou de tamanho?
Vem aquela sensação de estufamento, gases, peso no estômago e até aquela vontade de desabotoar a calça?
Minha amiga, eu sei como isso incomoda.
E talvez você já tenha pensado:
“Nutri, tem algum chá que pode me ajudar com essa digestão pesada?”
Existem algumas plantas tradicionalmente utilizadas justamente para o conforto digestivo. Mas calma aí: não estou dizendo que chá resolve qualquer problema intestinal, muito menos que substitui uma investigação quando os sintomas são frequentes.
O chá entra como parte do cuidado.
Alimentação, quantidade de água, mastigação, funcionamento intestinal, rotina e até o que você está colocando no prato precisam ser observados.
E hoje eu quero conversar com você sobre 6 chás que podem ser interessantes quando o problema é gases, estufamento e aquela digestão que parece não terminar nunca.
Bora entender um por um?
6 Chás Para Gases, Barriga Inchada e Digestão Pesada: O Que Pode Ajudar?
Você come e, pouco tempo depois, parece que a barriga “cresceu”?
Vêm os gases, aquela sensação de estufamento, peso no estômago e um desconforto que faz até a roupa incomodar?
Então provavelmente você já pensou:
“Nutri, será que existe algum chá que pode ajudar minha digestão?”
Existem plantas tradicionalmente utilizadas para o conforto digestivo, e algumas delas podem ser interessantes quando falamos de gases, distensão abdominal e digestão pesada.
Mas calma aí, minha amiga.
Chá não é milagre e não deve ser usado para esconder um problema intestinal que acontece todos os dias.
O que eu quero fazer aqui é mostrar como boldo, hortelã-pimenta, funcho, gengibre, camomila e erva-cidreira podem entrar dentro de uma rotina saudável — e também explicar como preparar e quando precisamos ter mais cuidado.
Bora viver saudável?
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Antes de falar dos chás: aumentou as sementes? Olhe para a água
Esse é um erro que eu vejo com muita frequência.
A pessoa começa a usar chia, linhaça, aveia ou outras fontes de fibras e pensa:
“Pronto! Agora meu intestino vai funcionar.”
Só que continua bebendo pouquíssima água.
E aí?
O intestino pode ficar ainda mais desconfortável.
As fibras interagem com a água dentro do trato gastrointestinal. Por isso, quando aumentamos a quantidade de fibras da alimentação, também precisamos observar a hidratação.
Pense numa esponja.
Quando está hidratada, ela fica macia.
Quando está completamente seca, a história muda.
Por isso eu sempre ensino: sementes e hidratação precisam caminhar juntas.
E sim, os chás sem açúcar também fornecem líquidos. Mas uma xícara de 200 mL não substitui toda a água que você precisa ao longo do dia.
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1. Chá de boldo: quando a digestão parece “parada”
Ah, o boldo…
Só de falar o nome tem gente que já faz aquela careta.
Eu sei que ele é amargo.
Mas também sei que, quando a digestão está muito pesada, muita gente acaba lembrando dele.
Aqui precisamos fazer uma distinção importante: neste artigo estou falando do boldo-do-chile, Peumus boldus Molina. No Brasil, várias plantas diferentes recebem popularmente o nome “boldo”, então o nome botânico importa.
A Farmacopeia Brasileira possui monografia específica para as folhas de Peumus boldus, e a EMA reconhece seu uso tradicional para queixas digestivas leves. A principal substância alcaloide associada ao boldo-do-chile é a boldina. (Biblioteca Digital Anvisa)
Como preparar?
Uma referência da monografia europeia utiliza:
1 a 2 g das folhas trituradas em aproximadamente 150 mL de água fervente, na forma de infusão. (European Medicines Agency (EMA))
Para uma preparação doméstica simples, portanto, você pode trabalhar com uma pequena quantidade das folhas e uma xícara de água quente.
Aqueceu a água?
Desligue.
Coloque as folhas.
Tampe.
Depois coe.
Não precisamos fazer um litro de boldo concentrado para beber o dia inteiro.
Mais não significa melhor.
Quem precisa ter cuidado com o boldo?
Esse ponto é importantíssimo.
O boldo-do-chile não deve ser utilizado sem orientação quando existem situações como obstrução das vias biliares, colangite, cálculos biliares, doença hepática ou outras condições biliares que necessitem de acompanhamento médico. (European Medicines Agency (EMA))
Ou seja: “é natural” não significa “está liberado para todo mundo”.
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2. Hortelã-pimenta: uma das plantas mais interessantes quando o assunto é digestão
Se existe uma planta que eu gosto muito de ter por perto, é a hortelã.
Neste caso, estou falando especialmente da hortelã-pimenta — Mentha × piperita.
Aquele cheiro refrescante já entrega um de seus compostos mais conhecidos: o mentol.
As preparações da folha de hortelã-pimenta possuem uso tradicional reconhecido na Europa para problemas relacionados à digestão. Estudos laboratoriais avaliados pela EMA também demonstraram efeitos sobre o relaxamento intestinal. (European Medicines Agency (EMA))

E aqui existe uma diferença importante.
Há pesquisas clínicas com óleo de hortelã-pimenta em cápsulas gastro-resistentes, principalmente em pessoas com síndrome do intestino irritável.
Esses estudos não significam que uma xícara de chá terá exatamente a mesma concentração ou o mesmo efeito de um óleo padronizado.
Faz sentido?
Essa é uma diferença importantíssima quando queremos falar de fitoterapia sem fazer promessas exageradas.
O NCCIH informa que alguns estudos sugerem benefício do óleo de hortelã-pimenta para sintomas da síndrome do intestino irritável, embora as folhas tenham sido menos estudadas clinicamente. (NCCIH)
Como preparar o chá de hortelã?
Como estamos utilizando uma folha delicada, fazemos infusão:
- aqueça aproximadamente 200 mL de água;
- desligue quando começar a ferver;
- acrescente cerca de 1 colher de chá das folhas;
- tampe;
- deixe em infusão por alguns minutos;
- coe.
Simples assim.
Tem refluxo? Calma aí.
Hortelã não é a melhor escolha para todo mundo.
Preparações de hortelã-pimenta podem agravar azia e refluxo gastroesofágico em algumas pessoas. (European Medicines Agency (EMA))
Então observe seu organismo.
Aquela planta maravilhosa para sua amiga talvez não seja a melhor para você.
Leia Mais: Excesso de gases: 11 causas que deixam sua barriga estufada e o que fazer para aliviar
3. Funcho: um clássico quando o problema são gases
Aqui precisamos esclarecer uma confusão muito comum.
Funcho (Foeniculum vulgare) e erva-doce/anís (Pimpinella anisum) não são exatamente a mesma planta, embora os nomes populares possam se misturar dependendo da região.
Por isso eu gosto de ensinar:
Olhe o nome botânico na embalagem.
Quando estou falando do funcho neste artigo, estou falando do Foeniculum vulgare.
Ele possui compostos aromáticos como o anetol e tem uma longa tradição de utilização para queixas digestivas.
A monografia europeia reconhece seu uso tradicional para desconfortos gastrointestinais leves, incluindo distensão abdominal e flatulência. (European Medicines Agency (EMA))
E aqui vem uma palavra que você provavelmente já ouviu:
carminativo.
“Nossa, Vanessa, o que é isso?”
É bem mais simples do que parece.
Uma planta carminativa é tradicionalmente utilizada para ajudar no desconforto provocado pelo excesso de gases.
Então guarde assim:
Carminativo = pense em gases.
Como preparar?
Uma preparação simples pode ser feita colocando os frutos — popularmente chamados de sementes — em água quente e mantendo a infusão tampada.
Você pode utilizar cerca de 1 colher de chá para uma xícara de água, sem transformar o chá em uma bebida extremamente concentrada.
O sabor costuma ser mais suave e levemente adocicado.
4. Gengibre: uma raiz que merece espaço na cozinha
Gengibre não falta facilmente na minha cozinha.
E sabe por quê?
Porque ele é versátil.
Vai em comida.
Vai em suco.
Pode entrar em algumas receitas.
E também pode virar chá.
O Zingiber officinale contém compostos conhecidos como gingeróis e shogaóis, bastante estudados por seus efeitos biológicos.

Quando falamos de digestão, existem estudos clínicos avaliando o gengibre e a motilidade gástrica.
Mas calma.
Isso não significa dizer:
“Tome chá de gengibre que sua digestão estará resolvida.”
Não funciona assim.
A resposta depende do organismo, da concentração utilizada, da condição clínica e de toda a alimentação.
Como preparar o chá de gengibre?
Aqui o método muda.
Folha delicada normalmente fazemos por infusão.
O gengibre é um rizoma e suporta a decocção, ou seja, pode ficar em contato com a água durante a fervura.
Faça assim:
- Corte algumas rodelas finas de gengibre fresco.
- Coloque em aproximadamente 500 mL de água.
- Deixe ferver suavemente por cerca de 5 minutos.
- Desligue.
- Deixe descansar.
- Coe.
Pronto.
Leia mais: Excesso de gases: 11 causas que deixam sua barriga estufada e o que fazer para aliviar
E durante a gestação?
Aqui não gosto de generalizações.
Não é adequado simplesmente dizer que “gengibre causa aborto”.
O gengibre inclusive vem sendo estudado para náuseas da gravidez. Entretanto, gestantes não devem transformar doses culinárias em tratamento fitoterápico por conta própria, principalmente quando utilizam preparações concentradas ou suplementos.
Gestação é uma fase que merece orientação individualizada.
5. Camomila: não é somente “chá para dormir”
Quando você pensa em camomila, provavelmente pensa:
sono.
Mas olha que interessante.
A Matricaria recutita também possui tradição de utilização para pequenas queixas gastrointestinais.
A EMA cita seu uso tradicional em problemas leves envolvendo o estômago e intestino, como distensão e espasmos leves. (European Medicines Agency (EMA))

E ela contém diversos fitoquímicos, entre eles flavonoides como a apigenina.
Mas eu quero chamar sua atenção para outra coisa.
Já percebeu que, em dias de muito estresse, o intestino também parece mudar?
Isso acontece porque sistema nervoso e trato gastrointestinal estão intimamente conectados.
Então uma rotina noturna com:
menos celular,
uma iluminação mais tranquila,
jantar organizado,
um banho,
uma bebida quente,
pode ser muito mais interessante do que procurar uma única planta para “apagar” você.
Como preparar?
Como utilizamos principalmente as flores, fazemos infusão.
Uma opção apresentada na minha rotina é:
1 colher de sopa de camomila em aproximadamente 350 mL de água.
Aqueça a água.
Desligue.
Acrescente a camomila.
Tampe.
Depois coe.
E atenção para quem possui alergia conhecida a plantas da família Asteraceae.
6. Erva-cidreira: conforto digestivo e uma rotina mais tranquila
E chegamos à erva-cidreira.
Só que aqui novamente precisamos prestar atenção no nome.
No Brasil, diferentes espécies podem receber popularmente o nome “erva-cidreira”.
Neste artigo estou falando da Melissa officinalis.
Por isso, quando for comprar uma planta medicinal, olhe a embalagem.
Nome popular ajuda.
Nome botânico dá precisão.

A melissa é tradicionalmente associada ao relaxamento e ao conforto gastrointestinal.
Eu gosto de pensar nela especialmente dentro de uma rotina noturna.
Não é:
“Tome esse chá e durma instantaneamente.”
É:
Vamos construir um ambiente que permita que o organismo entenda que o dia está terminando.
Faz muito mais sentido.
Posso misturar camomila com erva-cidreira?
Uma forma doméstica leve que eu apresentei na aula é:
½ colher de sopa de camomila + ½ colher de sopa de erva-cidreira em aproximadamente 350 mL de água.
Ferva a água.
Desligue.
Acrescente as plantas.
Tampe.
Deixe em infusão.
Depois coe.
Isso é uma sugestão culinária geral e não uma prescrição individualizada de fitoterapia.
Infusão ou decocção? Isso faz diferença
Essa parte parece técnica, mas vem comigo que é fácil.
Infusão
Usamos principalmente em partes mais delicadas, como:
- folhas;
- flores;
- partes aéreas mais sensíveis.
Você aquece a água, desliga, coloca a planta e tampa.
Camomila?
Infusão.
Hortelã?
Infusão.
Melissa?
Infusão.
Decocção
É utilizada para estruturas mais resistentes, dependendo da planta:
- raízes;
- rizomas;
- algumas cascas.
Aqui a planta pode permanecer alguns minutos junto da água durante a fervura.
O gengibre é um exemplo clássico.
Então não precisamos pegar qualquer erva da cozinha e deixar fervendo durante 20 minutos.
A forma de preparo também faz parte do uso correto da planta.
Preciso tomar o mesmo chá todos os dias?
Não necessariamente.
Eu gosto muito da palavra:
variedade.
Você não precisa descobrir que hortelã é boa e tomar hortelã todos os dias pelo resto da sua vida.
Observe seu corpo.
Está ajudando?
Está dando azia?
A barriga continua estufada?
O intestino melhorou?
Você está usando algum medicamento?
O sintoma volta assim que você para?
Porque se você precisa tomar alguma coisa todos os dias simplesmente para conseguir ficar sem dor ou sem estufamento, talvez tenhamos que mudar a pergunta.
Em vez de:
“Qual chá eu tomo?”
Talvez seja:
“Por que meu intestino está produzindo esse sintoma com tanta frequência?”
Olha que diferença.
Barriga estufada todos os dias merece investigação
Um episódio ocasional de gases depois de uma refeição muito diferente é uma coisa.
Viver estufada é outra.
Barriga inchada frequentemente pode estar relacionada a diferentes situações, como:
- constipação;
- baixa ingestão de líquidos;
- aumento muito rápido de fibras;
- hábitos alimentares;
- intolerâncias individuais;
- refluxo;
- dispepsia;
- alterações funcionais do intestino;
- síndrome do intestino irritável;
- outras condições gastrointestinais.
Principalmente se o sintoma estiver persistente.
Procure avaliação quando houver, por exemplo, dor forte ou progressiva, vômitos persistentes, presença de sangue nas fezes, febre, perda de peso não intencional ou alteração importante e prolongada do hábito intestinal.
Nessas situações, não é hora de ficar trocando chá.
É hora de investigar.
Então, qual chá escolher para gases e digestão pesada?
Minha amiga, não existe um campeonato para decidir qual é “o melhor chá do mundo”.
Tudo depende do objetivo.
Hortelã-pimenta e funcho: são opções tradicionalmente relacionadas ao conforto digestivo e gases.
Gengibre: pode ser interessante dentro de uma rotina alimentar quando existe sensação de digestão pesada.
Camomila e melissa: podem combinar especialmente com uma rotina mais tranquila no final do dia.
Boldo-do-chile: possui tradição para queixas digestivas, mas exige mais atenção às contraindicações relacionadas ao fígado e às vias biliares.
Percebe?
Você não precisa colocar seis plantas dentro da mesma garrafa.
Menos exagero. Mais estratégia.
Quer melhorar o intestino? Comece pelo básico
Antes de comprar dez tipos de chá, observe:
Você está bebendo água?
Está comendo comida de verdade?
Aumentou fibras gradualmente?
Está mastigando?
Está se movimentando?
Está dormindo?
Seu intestino evacua regularmente?
Como seu organismo reage depois das refeições?
Planta medicinal pode ser uma ferramenta maravilhosa.
Mas ela funciona muito melhor quando entra dentro de uma rotina que faz sentido.
Não precisamos complicar.
Não precisamos prometer milagre.
Precisamos aprender a cuidar do organismo.
Bora viver saudável, sem complicar, sem exagerar e sempre com bom ânimo.
Perguntas frequentes
Qual chá pode ajudar nos gases?
Hortelã-pimenta e funcho possuem uso tradicional associado ao conforto digestivo e à flatulência. A resposta, entretanto, varia entre as pessoas. (European Medicines Agency (EMA))
Chá de hortelã pode piorar refluxo?
Sim. Preparações de hortelã-pimenta podem piorar azia ou refluxo em algumas pessoas. (European Medicines Agency (EMA))
Chá acaba com a barriga inchada?
Não necessariamente. Ele pode auxiliar no conforto de alguns quadros leves, mas distensão abdominal recorrente exige avaliação da causa.
Posso usar sementes sem aumentar a água?
Ao aumentar significativamente a ingestão de fibras, é importante também observar a hidratação ao longo do dia.
Posso tomar todos esses chás juntos?
Não há necessidade. O uso de várias plantas simultaneamente ainda dificulta identificar qual delas foi responsável por um benefício ou efeito adverso.
Referências científicas e técnicas
- European Medicines Agency. Menthae piperitae folium — Peppermint leaf. Monografia sobre uso tradicional da hortelã-pimenta em problemas digestivos. (European Medicines Agency (EMA))
- European Medicines Agency. Peumus boldus Molina, folium. Monografia europeia sobre boldo-do-chile, incluindo forma de uso e contraindicações biliares. (European Medicines Agency (EMA))
- European Medicines Agency. Matricariae flos. Informações sobre o uso tradicional da camomila em pequenas queixas gastrointestinais. (European Medicines Agency (EMA))
- European Medicines Agency. Foeniculum vulgare. Monografia sobre o uso tradicional do funcho para queixas gastrointestinais leves, distensão e flatulência. (European Medicines Agency (EMA))
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária — Farmacopeia Brasileira. Boldo, folha PM021-00. Monografia de Peumus boldus Molina. (Biblioteca Digital Anvisa)
Sobre a autora
Por Vanessa Gaudiano
Nutricionista • CRN-8 16541
Fitoterapeuta Clínica | Especialista em Saúde da Mulher
Vanessa Gaudiano atua com nutrição e fitoterapia aplicadas à saúde da mulher, com foco em saúde natural, alimentação, funcionamento intestinal, climatério, menopausa, desinflamação e utilização responsável de plantas e alimentos dentro da rotina.
Aviso legal
Este conteúdo possui finalidade exclusivamente educativa e informativa e não substitui consulta, diagnóstico, prescrição ou tratamento individualizado com profissional habilitado. Plantas medicinais contêm substâncias ativas e podem apresentar contraindicações, efeitos adversos e interações com medicamentos. Gestantes, lactantes, crianças, pessoas com doenças crônicas, alterações hepáticas ou renais, problemas das vias biliares e pessoas que utilizam medicamentos continuamente devem procurar orientação profissional antes do uso medicinal de plantas, chás ou fitoterápicos.
